Banco da Família, de SC, comemora terceira posição mundial no ranking do microcrédito

Desempenho Social – Lista Top 2021 Desempenho Social – Lista Top 2021 O Banco da Família é o terceiro melhor colocado no ranking mundial das instituições de microfinanças. A informação é da MicroRate, principal qualificadora de operadoras do setor. A instituição catarinense obteve avaliações A- e 4,5 estrelas entre 204 participantes. O resultado indica a viabilidade institucional no longo prazo e boa capacidade financeira, além de excelência no desempenho social. A MicroRate destacou também como pontos positivos a governança corporativa, gestão, situação financeira e foco na atuação. “Submeter nossos números à análise de uma qualificadora em um ano de pandemia e constatar que, apesar de todas as dificuldades, conseguimos manter nosso status, representa uma grande vitória”, disse a presidente do Banco da Família, Isabel Baggio. Em 2020, apesar da crise mundial, o Banco da Família cresceu aproximadamente 30%. Na qualificação social, a instituição melhorou a marca de quatro estrelas obtida em 2017: passou para 4,5 estrelas, ficando entre os 5% que atingiram essa classificação. Segundo a MicroRate, ações que geram impacto social positivo entre os clientes, colaboradores e a sociedade em geral, foram fundamentais para isso. Uma destas ações é o programa Produtores da Serra, que apoia empreendedores de pequenos negócios da região serrana de Santa Catarina. Por meio dele, queijos, mel, salames, sucos, bolachas, geleias e doces cristalizados produzidos na maior parte das vezes em casa e vendidos informalmente passaram a ser comercializados em redes de supermercados, panificadoras, casa de massas, armazém e até em resort de campo. A iniciativa fortaleceu tanto quem produz quanto a economia local. Outra ação de destaque que contribuiu para a avaliação da MicroRate é o Programa Despertar – O Seu Futuro é Agora, destinado a ajudar famílias em estado de vulnerabilidade a melhorarem a qualidade de vida. Para alcançar o objetivo, a instituição catarinense utiliza desde março de 2020 o Semáforo da Eliminação da Pobreza, tecnologia de inovação social desenvolvida pela Fundación Paraguaya e trazida de modo pioneiro ao Brasil. Em um questionário sobre renda e emprego, saúde e meio ambiente, habitação e infraestrutura, educação e cultura, organização e participação e saúde mental e motivação, os participantes se autoavaliam com respostas que são destacadas nas cores vermelho, amarelo e verde. A partir daí o Banco da Família faz uma mentoria para auxiliar as pessoas a melhorarem tudo que estiver nos dois primeiros indicadores para chegar no terceiro, considerado como ideal. Cerca de 300 famílias de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul estão utilizando o método com bons resultados. Uma destas ações é o programa Produtores da Serra, que apoia empreendedores de pequenos negócios da região serrana de Santa Catarina. Por meio dele, queijos, mel, salames, sucos, bolachas, geleias e doces cristalizados produzidos na maior parte das vezes em casa e vendidos informalmente passaram a ser comercializados em redes de supermercados, panificadoras, casa de massas, armazém e até em resort de campo. A iniciativa fortaleceu tanto quem produz quanto a economia local. O Banco da Família também lidera o ranking da Associação das Instituições de Microcrédito e Microfinanças da Região Sul do Brasil (AMCRED-Sul), com 12,3 mil operações de crédito somente no primeiro semestre deste ano, num total de R$ 60,3 milhões emprestados. O valor é 67,86% maior que o segundo colocado O ritmo de expansão também segue forte. Em 2021, o banco ampliou sua presença no Rio Grande do Sul, chegando a Santa Cruz do Sul e Gravataí. Em breve, estará também em Porto Alegre, região metropolitana e noroeste gaúcho. Em Santa Catarina, abriu operações em Concórdia e Rio do Sul e no Paraná prepara a entrada na região dos Campos Gerais.
Banco da Família renova agência e reforça compromisso com a história de Lages

Prédio na rua Coronel Córdova resgata o estilo Art Decó, arquitetura típica da era de crescimento da cidade Motivado pela revitalização da rua Coronel Córdova feita pela prefeitura de Lages, o Banco da Família investiu na preservação da sua agência instalada no local. Além da renovação nas cores do prédio e da inclusão da uma nova logomarca na fachada, a instituição reforçou seu comprometimento com a preservação da arquitetura na região central da cidade. “Precisávamos atualizar nossa identidade visual e optamos por melhorar a pintura. Não só para podermos receber melhor nossos clientes e a população, mas, também, para contribuir com o resgate da rica arquitetura de Lages”, explica a presidente do Banco da Família, Isabel Baggio. A própria mudança da agência, da rua Nereu Ramos para o local, em dezembro de 2016, motivou esse esforço. A arquiteta Gabriela Viero, responsável pela reforma naquele ano, lembra que foi preciso eliminar infiltrações e rachaduras, trocar piso, instalações elétricas e hidro sanitárias. “Mas, tão importante quanto isso, o Banco da Família desejava utilizar as características da Art Decó, estilo arquitetônico do prédio que foi construído no final da década de 1940 e é uma arquitetura característica da fase de crescimento da cidade”, cita. O prédio foi construído pelo pai de Walter Hoeshel Neto, conselheiro do Banco da Família, enquanto a parte arquitetônica foi criada pelo projetista, historiador, professor e colecionador suíço Wolfgang Rau, que morava em Lages e projetou o Cine Teatro Marajoara e o Mercado Público, além de cinemas, igrejas, hospitais e hotéis em Santa Catarina, incluído prédios erguidos durante o processo de modernização de Florianópolis. “Eu, meus pais e três irmãos residimos no piso superior por várias décadas”, conta Hoeschel Neto. Na parte de baixo, onde hoje é a agência do banco, funcionava a Distribuidora Comercial Lageana. “Meu pai vendia materiais de construção. Cimento, ferro, pregos, tubos e conexões, louça, pneus. De tudo um pouco”, recorda. A partir do final dos anos 1980 a edificação sediou outros estabelecimentos comerciais de Lages como, por exemplo, a loja Mil Sons, antes de receber o Banco da Família.
Banco da Família começa a atender Passo Fundo e região

Maior instituição do microcrédito no Sul apoia desde empreendedores de micro e pequeno porte até projetos de saneamento básico domiciliar O Noroeste do Rio Grande do Sul é o mais novo centro de operações do Banco da Família. A oitava expansão da instituição em território gaúcho vai funcionar em Passo Fundo, na sede da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócios (ACISA) do município. Além dos associados da entidade e da comunidade local, um agente de crédito vai atender também as cidades de Camargo, Casca, Carazinho, Ciríaco, Coxilha, David Canabarro, Ernestina, Gentil, Marau, Mato Castelhano, Muliterno, Nova Alvorada, Santo Antônio do Palma, São Domingos do Sul, Vanini e Vila Maria. O Banco da Família, que iniciou suas atividades em Lages (SC) em 1988, já está presente em Vacaria, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Santa Cruz do Sul, Farroupilha, Gravataí, Lagoa Vermelha e Bom Jesus. Com foco na população que tem dificuldade de acesso ao crédito em bancos comerciais e no empreendedorismo, a instituição viu suas atividades crescerem no Rio Grande do Sul mesmo em meio à pandemia. De janeiro a julho de 2021 foram realizadas 2.320 operações em 48 municípios do Estado, com um total de R$ 14.278.691,07 liberados em empréstimos. Um dos motivos da chegada a Passo Fundo é a grande importância econômica da região, que vem registrando aumento significativo de microempreendedores individuais (MEIs). “Como o incentivo ao setor é uma das nossas missões, estamos muito contentes em poder trabalhar em parceria com a ACISA. O noroeste gaúcho é uma área com grande potencial de desenvolvimento e estamos chegando para auxiliar no fortalecimento dos negócios locais”, comenta Isabel Baggio, presidente do Banco da Família. O presidente da ACISA, Cássio Roberto Gonçalves, explica que o trabalho conjunto com o Banco da Família reforça o projeto da entidade para estimular o empreendedorismo. “E por meio de uma alternativa de crédito para os pequenos negócios formais e informais que funciona de uma maneira muito mais simplificada, abrangente e muito mais eficiente. O nosso objetivo desta parceria é fomentar os pequenos negócios a fim de que eles se desenvolvam e gerem emprego e renda na nossa cidade”, destaca. Além dos produtos que disponibiliza, o Banco da Família também fará na região um trabalho educacional. “Como parte do nosso compromisso social, vamos nas escolas, associações de moradores, empresas e entidades que se interessarem fazer palestras gratuitas sobre educação financeira e a importância do saneamento básico”, conclui Isabel Baggio.
Banco da Família apresenta índices positivos de saúde financeira e melhora qualificação social

Resultados de avaliação internacional mantêm instituição catarinense com a melhor nota de qualificação em microcrédito no Brasil Resultado da avalição realizada pela MicroRate O Banco da Família passou por avaliação da MicroRate, principal qualificadora de operadoras de microfinanças da América Latina, e recebeu avaliações A- e 4,5 estrelas. O primeiro resultado é o mesmo obtido antes da pandemia e indica a manutenção do status de boa viabilidade institucional a longo prazo e boa capacidade financeira. O segundo mostra que a instituição catarinense tem excelente nível de desempenho social. Esses índices positivos são consequência dos resultados alcançados pelo Banco da Família referentes ao ano de 2020. Única do País que se submeteu à avaliação no primeiro ano da pandemia, a entidade com sede em Lages, ficou dentre as 19% melhores do mundo na qualificação institucional, permanecendo com a melhor qualificação em microcrédito no Brasil entre as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) independentes deste segmento. De acordo com a MicroRate, os fatores de destaque foram: forte governança corporativa, equipe de gestão de bom desempenho, excelente situação financeira apesar da pandemia, posicionamento meritório e clareza do nicho alvo. “É de grande importância conquistar essa nota em um ano de pandemia, quando muitas empresas e negócios fecharam. Expor nossos números à análise de uma qualificadora é constatar que, apesar de todas as dificuldades conseguimos manter nosso status e isso representa uma grande vitória”, comentou a presidente do Banco da Família, Isabel Baggio. Na qualificação social, a instituição melhorou a marca de 4 estrelas obtida em 2017 para 4,5 estrelas, ficando entre os 5% que atingiram essa classificação. Segundo a MicroRate, ações que geram impacto social positivo entre os clientes, colaboradores e a sociedade em geral, foram fundamentais para isso. Isabel destaca que o Banco da Família precisou se adaptar à pandemia. “Instalamos um comitê de crise e passamos a tomar decisões dia e noite, pois nossos clientes foram os primeiros a serem atingidos pela crise. Não seria justo simplesmente interrompermos nossa atuação. E, mesmo diante de um cenário tão desafiador, tivemos um crescimento de cerca de 30% em 2020”, citou. Liderança Outro resultado que o Banco da Família está comemorando é a manutenção da liderança no ranking da Associação das Instituições de Microcrédito e Microfinanças da Região Sul do Brasil (AMCRED-Sul). No primeiro semestre de 2021 foram realizadas 12.328 operações com um total de R$ 60.337.413,49 emprestados. Um valor 67,86% maior em relação ao segundo colocado. “O Banco da Família é uma instituição que busca a excelência e o crescimento de forma intensa por considerar que, com números significativos, irá proporcionar impacto positivo na vida das pessoas através de nossas linhas de financiamento para microcrédito produtivo (capital de giro e investimento) e para compra ou construção de moradia, melhoras em saneamento, agricultura, e também energia solar”, avaliou a presidente. Segundo ela, os desafios impostos pela pandemia tiveram reflexo direto no desempenho da instituição, conforme indicam as certificações da MicroRate e da AMCRED-Sul, impactando na continuidade de crescimento na região em 2020. Porém, mesmo diante de um cenário atípico, o Banco da Família seguiu com seu projeto de expansão e ampliou sua presença chegando em Santa Cruz do Sul e Gravataí, no território gaúcho, e em Concórdia e Rio do Sul, em Santa Catarina. Os próximos locais que devem contar com a presença do Banco da Família são outras cidades da Região Metropolitana da Grande Porto Alegre, Noroeste do Rio Grande do Sul e a região dos Campos Gerais, no Paraná.
Banco da Família e prefeitura de Passo do Sobrado unem forças em projeto habitacional

Cliente Angelita e esposo com nosso Agente de Crédito, Terence Veleda. A agricultora Angelita Linhares vai realizar, aos 50 anos de idade, o sonho de trocar o aluguel por uma casa própria. Ela é a primeira beneficiada pela parceria entre o Banco da Família e a prefeitura de Passo do Sobrado (RS). A ação tem a meta de garantir a construção de pelo menos mais 39 moradias no Loteamento Tamandaré. “Sair do aluguel é um sonho virando realidade”, comenta Angelita, que também trabalha como cuidadora de idosos e faxineira. Ela vai morar com o marido, Antonio Lopes da Silva, e os filhos Gabriel, 16 anos, e Guilherme, 20 anos, na nova residência. Outra vantagem para eles, que atualmente vivem no interior do município, será deixar de caminhar uma hora, todos os dias, para chegar à área central da cidade de cerca de seis mil habitantes. Angelita conta que a nova casa já está sendo construída por seus irmãos nas sextas-feiras e sábados e sua expectativa é fazer a mudança no próximo mês de setembro. Segundo ela, isso só está sendo possível porque a prefeitura doou 50 terrenos para pessoas cadastradas na Secretaria Municipal de Assistência Social e porque o Banco da Família assegurou um financiamento acessível. O prefeito Edgar Thiesen explica que vê na parceria uma grande oportunidade de transformação para que outros moradores realizem também o sonho de ter uma casa própria, assegurando uma melhor condição de vida, com tudo regularizado, incluindo fossa séptica e energia elétrica. O apoio do Banco da Família, avalia ele, foi fundamental, pois os moradores “não conseguem atender às exigências de financiamento nos bancos comerciais”. Dez inscritos no programa criado pela prefeitura já tinham iniciado as obras por conta própria. Além de Angelita, outros 39 grupos familiares podem aproveitar a oportunidade. Todos têm um prazo de dois anos para erguer as edificações. De acordo com Isabel Baggio, presidente do Banco da Família, a ação também vai incentivar a economia da cidade “por meio da mão de obra da própria comunidade e também com a compra de materiais de construção”. Assim, o dinheiro vai circular e permanecer em Passo do Sobrado, garantindo a manutenção de muitos empregos, algo fundamental principalmente em tempos de pandemia. Além de oferecer financiamento mais acessível, ajudar na promoção da economia das cidades onde atuamos também é um objetivo nosso”, comenta. As famílias contempladas também podem escolher entre três modelos de plantas que foram elaboradas gratuitamente pelo setor de Planejamento da prefeitura. Para o prefeito e a presidente da instituição, a parceria representa ainda um avanço na questão de saúde, já que as residências terão saneamento básico funcionando. “Mais moradores tendo qualidade de vida é menos gente doente”, cita Thiesen. “E com a urbanização do loteamento, é mais uma parte da cidade que ganha também na questão da segurança pública”, conclui Isabel. Por Jornal Olá Venâncio Aires
Vice-prefeita recebe a presidente do Banco da Família, sediado em Lages (SC)

Foto por Bibiana Ribeiro Mendes A vice-prefeita Paula Ioris recebeu nesta quarta a visita da presidente do Banco da Família, Isabel Christina Antunes Baggio. Isabel relatou que tinha um sonho de ajudar mulheres e pequenas empresas e foi assim que o banco iniciou, primeiro como Banco da Mulher e hoje Banco da Família. São atendidas pequenas empresas formais e informais, concedendo acesso a crédito. “Eles ajudam as pessoas a montarem seu negócio. Além disso, fazem acompanhamento com orientação de educação financeira, para ajudar as empresas a sobreviverem, crescerem”, comenta a vice-prefeita. O banco tem matriz em Lages (SC), mas tem 41 sedes regionais que atendem um total de 171 municípios. “Já programamos uma agenda para que o Banco da família seja apresentado ao secretariado, para que possam identificar parcerias e oportunidades para a população”, finaliza Paula. Isabel estava acompanhada pela diretora de Mercado, Elaine Amaral Fernandes. O contato com Paula foi intermediado pelo coordenador da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Emprego, Sílvio Tieppo, que também esteve na reunião. Por Prefeitura de Caxias do sul, RS
Uma grande honra para nós ter participado do “European Microfinance Award 2021”!

Certificado de Participação no Prêmio EMA O Prêmio Europeu de Microfinanças, criado em 2005 pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e Europeus de Luxemburgo, tem como objetivo promover iniciativas de inclusão financeira e destacar suas contribuições inovadoras. O tema neste ano foi “Finanças Inclusivas & Cuidados com a Saúde” e nós participamos com a linha de crédito BF Saúde, que já apoiou mais de 10 mil pessoas na região sul do Brasil. Somos movidos pela transformação social e nos enche de orgulho contribuir para a melhoria da qualidade de vida através de crédito acessível. Nosso imenso agradecimento!
Parceria do BF com Prefeitura de Lages (SC), para apoio ao Microempreendedor

Antonio Ceron, Prefeito de Lages (SC); Alvaro Joinha, Vereador de Lages (SC); Isabel Baggio, Presidente do Banco da Família; Elaine Amaral, Diretora de Mercado do Banco da Família; Rodrigo Rosa, Gerente da Agência do Banco da Família de Lages (SC) e Daiane Nascimento, Atendente Externa do Banco da Família. Nos enche de orgulho poder contribuir para o empreendedorismo na região serrana! Já liberamos mais 12 milhões de reais no programa Juro Zero do governo de Santa Catarina na cidade e buscamos impulsionar ainda mais empreendedores! Iniciamos uma parceria com a Prefeitura de Lages e a partir de agora os Microempreendedores Individuais (MEI) contam com atendimento na Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo. Unimos forças para fomentar a linha de crédito com juro zero destinada aos microempreendedores. Somos banco quando você precisa, família todo dia! *A linha de crédito Juro Zero está disponível somente para Santa Catarina.
Banco da Família amplia operação no Rio Grande do Sul e chega a Gravataí

Maior instituição do microcrédito no Sul apoia desde empreendedores de negócios de micro e pequeno porte até projetos de saneamento básico domiciliar O Banco da Família expandiu sua atuação no Rio Grande do Sul para a região metropolitana de Porto Alegre, passando a atuar também em Gravataí, na sede da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Gravataí (ACIGRA). A agência oferece crédito para apoio aos pequenos negócios e também para construção, reforma e saneamento. Esta é a sétima operação do Banco da Família no Rio Grande do Sul. A instituição catarinense, com sede em Lages (SC), atende também Vacaria, Caxias do Sul, Farroupilha, Lagoa Vermelha, Bento Gonçalves, Santa Cruz do Sul e Bom Jesus. Com foco na população que tem dificuldade de acesso ao crédito em instituições tradicionais e com um ticket médio de até R$ 5.700 mil, o Banco da Família viu crescer a operação em solo gaúcho mesmo em meio à pandemia. De janeiro a junho de 2021 foram realizadas 2.017 operações em 47 cidades gaúchas, com um total de R$ 12,4 milhões liberados em empréstimos. No ano anterior, foram 4.570 operações com R$ 24,4 milhões concedidos. Para a presidente da ACIGRA, Ana Cristina Pastro Pereira, a parceria vai ajudar muitos empreendedores que tiveram seus negócios comprometidos na crise causada pela pandemia. “Vários precisaram e não encontraram apoio em outras instituições”, disse. Já a presidente do Banco da Família, Isabel Baggio, lembrou o impacto social do microcrédito para estímulo ao empreendedorismo. “O crédito para micro negócios é muito importante, porque ele promove o desenvolvimento por meio da geração de renda para as famílias”.
Banco da Família chega a R$ 1 bilhão em empréstimos e microcrédito avança

Isabel Baggio Presidente do Banco da Família O Banco da Família, maior instituição de microcrédito da Região Sul, com sede em Lages e atuação em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, acaba de atingir R$ 1 bilhão em empréstimos concedidos em 20 anos de atuação. Essa modalidade de crédito oferecido por organizações sociais de interesse público (Oscips) como o Banco da Família e outras 13 em Santa Catarina tem sido a mais acessível para pequenos negócios na pandemia. Foi uma atuação natural para o segmento que nas últimas duas décadas emprestou mais de R$ 4 bilhões no Estado. O Banco do Empreendedor, com sede em Florianópolis, registrou crescimento de 30% no total de recursos emprestados no primeiro trimestre deste ano frente ao mesmo período do ano passado. Essa expansão é semelhante a registrada pelo Banco da Família em 2020, quando o total de contratos somou R$ 106,5 milhões, 28% mais do que no ano anterior. Microcrédito cresce 12,7% na Região Sul e terá a linha emergencial em SC Segundo a fundadora e presidente o Banco da Família, Isabel Baggio, a instituição realizou em duas décadas quase 400 mil operações de crédito. Atualmente, está presente em 164 municípios e os recursos que liberou até agora beneficiaram mais de 1,3 milhão de pessoas. Programa Estímulo, de crédito a pequenos negócios, começa em SC – Por meio desses recursos conseguimos impactar muita gente. Inúmeros empreendedores puderam impulsionar seus negócios de micro ou pequeno porte e gerar empregos e renda para famílias que enfrentam dificuldades – afirma Isabel Baggio. O início de atividades, em Lages, foi com microcrédito voltado para investimentos de pequenos negócios formais e informais. Agora mais consolidado, o banco oferece linhas de crédito também para capital de giro, saneamento básico, reforma e construção de residências populares. Conforme Isabel Baggio, o impacto da pandemia, que forçou as pessoas a ficarem mais tempo em casa, foi um dos motivos do crescimento do volume de recursos emprestados. As pessoas estão investindo em banheiro, ampliação da casa ou até na aquisição de imóvel novo. Como é uma ONG que não visa lucro, o banco investe todo o lucro na própria instituição e amplia atividades. Segundo ela, um dos planos é destinar mais recursos para melhorar as condições sanitárias das famílias, linha que já emprestou R$ 22 milhões. Dinheiro na pandemia Como o acesso a empréstimos no setor público continuou difícil na pandemia apesar das linhas especiais lançadas, o microcrédito tem sido a alternativa para a maioria dos empresários do segmento de micro e pequenas empresas, microempreendedores individuais (MEIs) e também empreendedores informais. A conclusão é de Luiz Carlos Floriani, presidente do Banco do Empreendedor, Oscip com sede em Florianópolis e atuação em Santa Catarina. Um destaque é a prefeitura de Florianópolis que foi a primeira do Brasil a oferecer um programa de juro zero para pequenas empresas e, também, pioneira na oferta de microcrédito com maior prazo de carência para empresas com dificuldades na pandemia. Por isso, na Capital, um empresário pode tomar recursos com juro zero do programa da prefeitura e também do governo do Estado. Os recursos são procurados também por empresas não afetadas pela pandemia, observa Floriani. A maioria busca para capital de giro ou investimento em tecnologias digitais para tornar os negócios mais competitivos. Para capital de giro o prazo médio é 12 meses e o valor das operações vai de R$ 200 a R$ 30 mil. Segundo ele, apesar da taxa mensal de 2,95% parecer cara, não é muito diferente do custo do setor financeiro tradicional. Por Estela Benetti, em NSC Total