Temos banco no nome, mas família no propósito

O Banco da Família carrega “banco” no nome, mas sua atuação vai muito além do crédito. Como uma OSCIP sem fins lucrativos, trabalhamos para promover inclusão, desenvolvimento e transformação social, levando dignidade para pessoas, classes e públicos que muitas vezes não são vistos pelo sistema financeiro tradicional. Com uma metodologia própria, atendimento próximo e análise individual, olhamos para o perfil, a realidade e a história de cada pessoa. • Somos uma OSCIP sem fins lucrativosAtuamos com microfinanças para gerar inclusão, impacto social e desenvolvimento regional. • Vamos além do créditoAlém das soluções financeiras, desenvolvemos iniciativas não financeiras, orientações e projetos sociais que fortalecem famílias, negócios e comunidades. • Levamos dignidade e oportunidadeNosso trabalho é olhar para quem muitas vezes não é visto pelo sistema financeiro tradicional, oferecendo acesso, escuta e caminhos possíveis. • Temos uma metodologia diferenteNosso atendimento é próximo, a análise é individual e leva em conta o perfil, a realidade e a história de cada pessoa. • Impacto que gera conexõesA força da nossa atuação tem aproximado parceiros nacionais e internacionais que reconhecem o Banco da Família como um modelo de transformação social com propósito. Temos banco no nome, mas não somos um banco tradicional. O Banco da Família é uma OSCIP, ou seja, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Isso significa que somos uma instituição sem fins lucrativos, que atua com microfinanças para promover inclusão, desenvolvimento e transformação social. Desde 1998, nosso trabalho tem um propósito claro: levar dignidade para pessoas, classes e públicos que muitas vezes não são vistos pelo sistema financeiro tradicional. Empreendedores formais e informais, famílias, trabalhadores e pequenos produtores encontram no Banco da Família uma oportunidade para acessar crédito, receber orientação e construir novos caminhos para melhorar sua qualidade de vida. Mas a nossa atuação vai além do crédito. Também desenvolvemos soluções não financeiras, ações de orientação e projetos sociais que fortalecem comunidades, ampliam oportunidades e contribuem diretamente para o desenvolvimento regional. São iniciativas que olham para a realidade das pessoas de forma mais completa, apoiando não apenas o acesso ao recurso, mas também a construção de uma vida com mais autonomia, segurança e esperança. Nossa metodologia também é diferente. O atendimento é próximo, humano e orientado. A análise é individual e leva em conta o perfil, a realidade e a história de cada pessoa. Mais do que olhar apenas para números, buscamos compreender necessidades, desafios e possibilidades, para oferecer soluções responsáveis e adequadas a cada realidade. É esse cuidado que torna o Banco da Família uma instituição diferente, capaz de gerar impacto real na vida das pessoas e nas regiões onde atua. Esse propósito também tem ampliado nossas conexões. Cada vez mais, parceiros nacionais e internacionais reconhecem no Banco da Família um modelo de atuação comprometido com inclusão, dignidade, impacto social e desenvolvimento local. Porque, para nós, crédito também é orientação. Desenvolvimento também é cuidado. E inclusão também é dar visibilidade e oportunidade para quem mais precisa.

Banco da Família discute parceria com Amures

A presidente do Banco da Família e da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), Isabel Baggio, reuniu-se com representantes da Associação dos Municípios da Região Serrana (AMURES) e do Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (CISAMA) na semana passada em Lages. Na ocasião, foram analisadas possíveis parcerias entre o Banco da Família e as entidades da Serra catarinense. Estiveram presentes outros dois gestores da instituição, Marcelo de Souza e Rodrigo Rosa, o secretário executivo da AMURES, Walter Manfroi, o diretor executivo, Selênio Sartori, e a engenheira Catinara Goedert, do Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (CISAMA). Para iniciar a conversa entre as três instituições, o Banco da Família exibiu algumas de suas soluções de microfinanças. Um exemplo são as linhas de crédito BF Agro, para agricultores e produtores rurais, e BF Saneamento, para ampliação de rede de esgoto e captação de água potável. Além disso, os projetos Produtores da Serra e Despertar também foram apresentados. O primeiro é um programa que tem como objetivo fomentar a comercialização da produção local, impulsionando o crescimento dos pequenos negócios, gerando e também ampliando a renda das famílias produtoras. Já o segundo é um questionário aplicado pelos agentes do Banco da Família com seus clientes que avalia seis pilares da vida familiar deles e o nível de “pobreza” – que vai muito além da questão financeira. A instituição de microfinanças, que é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), é considerada a maior do Sul do país, segundo a ABCRED. Ela já realizou cerca de 400 mil operações em cidades do Sul do Brasil, concedendo R$2,4 bilhões (índice atualizado pelo IGP-M em 05/2023) em créditos para reformar casas, saneamento básico, empreendedorismo, entre outros produtos. O Banco também foi classificado como o melhor do Brasil e terceiro do mundo no setor, segundo a Microrate, além de ter ganhado o selo de Great Place To Work neste ano.